Terra
nunca cri em suas ofertas baratas, muito menos em suas oferendas. e agora suas promessas estão sem crédito, pois incrédulo, você me insulta. roga-me ofensas como se eu fosse demônio, espalha em romaria que meu corpo foi errôneo ao seu lúdico nu. não entende que não quero você, só desejo suas frases coordenadas em meias palavras que se emendam em cobertores de amor.
verdade não estar vestida debaixo dos panos, mas engana-se ao achar que os traços da minha renda findam em rotas incertas. eu queria você com prazer, não com primazia. mas já não me importa minha gana, nem me surpreende seu vocabulário chulo. eu conheço o dicionário de luxo que você possui e não vou desistir de aprendê-lo.
não me inebriarei à sua libido se ela for tão infame quanto seu interior despido. fluidos não mais fruirão, nem ruídos soarão, mesmo com o suor que desliza da malícia das suas mãos em saias-justas. não quero sua afronta nem sua frente. eu só quero ser aclamada em versos e vide, em honestas hipérboles.
grite meu nome em vocativos, não em tom provocativo. sei que é perfeito em seu porte. rijo em seus caminhos nervosos, possuidor do melhor galanteio, salutar em seu ardor picante. mas estou cheia do seu saco cheio, de sua cabeça quente. palavras rudes e cruéis devem ser mais difíceis do que eu te amo.
então porque você não me tira desse imaginário e mostra que o fantástico pode ser real ao seu lado? é tão amargo viver entre algodões-doce. sai desce baixo nível em que você vive, ascende ao magnífico e abaixa minha poeira. não mais me cabe viver em espreita, não me peça para ser a outra, peça pra ser aquela que sairá do mais elevado céu e te fará feliz em firme terra.
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último elemento da série.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Metal
Metal
cravada na minha garganta jazem palavras bonitas, entaladas pela nossa última briga. e como um maldito eco, ressono intransitivas pragas, verbalizo adjetivos sem qualidade, e todos eles te dedico. faço um relicário de ocasiões infantis. amasso os bilhetes e cartas, retalho as poesias toda prosa, elas sangram tinta e pena. cuspo no teu três por quatro e te separo de mim em meus porta retratos; cacos, rasgada ao meio, separada, um martírio se forma e me domina.
quando você sofre, eu sofro um outro tanto. de modo que eu não mais suporto, exalar corpo adentro, o que não se passa agonia afora. tornam-se falsetes, os xingamentos e verbetes que lhe envio. não que eu ateste sua implacável lâmina, o que dói e detesto é o furor que se aclama em nossas intrigas. não creio que ainda haja dúvidas, que você aja ríspido por ciúme.
se desconfiança há, traga-me aquele gume, trague-me; enfie-me adaga e envie-me de vez à paz, ao invés de me matar aos pedaços pelo pecado que não cometi.viole-me. arranca finalmente o coração que te pertence. talvez assim você se conforte e acredite que eu embrulharia minha vida e te daria se pudesse. quem sabe então eu me desprovesse das correntes que me prendem a você. e com um letal golpe, liberasse a voz e os enfoques dos meus gritos suprimidos no pescoço e enfim eles não mais teriam o gosto de metal.
cravada na minha garganta jazem palavras bonitas, entaladas pela nossa última briga. e como um maldito eco, ressono intransitivas pragas, verbalizo adjetivos sem qualidade, e todos eles te dedico. faço um relicário de ocasiões infantis. amasso os bilhetes e cartas, retalho as poesias toda prosa, elas sangram tinta e pena. cuspo no teu três por quatro e te separo de mim em meus porta retratos; cacos, rasgada ao meio, separada, um martírio se forma e me domina.
quando você sofre, eu sofro um outro tanto. de modo que eu não mais suporto, exalar corpo adentro, o que não se passa agonia afora. tornam-se falsetes, os xingamentos e verbetes que lhe envio. não que eu ateste sua implacável lâmina, o que dói e detesto é o furor que se aclama em nossas intrigas. não creio que ainda haja dúvidas, que você aja ríspido por ciúme.
se desconfiança há, traga-me aquele gume, trague-me; enfie-me adaga e envie-me de vez à paz, ao invés de me matar aos pedaços pelo pecado que não cometi.viole-me. arranca finalmente o coração que te pertence. talvez assim você se conforte e acredite que eu embrulharia minha vida e te daria se pudesse. quem sabe então eu me desprovesse das correntes que me prendem a você. e com um letal golpe, liberasse a voz e os enfoques dos meus gritos suprimidos no pescoço e enfim eles não mais teriam o gosto de metal.
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Ãgua
Água
vagando por angústias condensadas, divagando em frases rasas, eu vou a deriva dos males. um banho derramado, sofrido, rega-se de momentos felizes. mas felicidade é tão triste quando apenas se recorda e não se vive. então me afogo em minhas lástimas murchas. ao menos elas me sedam, e não me enchem de saudades.
choro é tão somente ponta de iceberg, uma vez que lágrima, quando mágoa, é gélida. corta as pupilas e delata o verdadeiro estado físico. salinas deslizam em minha tenra face, borrando a terna farsa do sorriso que você delineou antes de ir. minha lagoa rima e se magoa, ritmo é para os corações falados nos livros, apaixonados... o meu coração é falido; as ondas afundam na minha boca o seu salivar suave, e só me resta guardar alguns mililitros do seu sabor em meus lábios como um conta-gotas de ilusões.
sofro um pouco a cada dia, no meu riacho de nada. uma ducha vazia se despeja e me joga de volta a minha vida sem um pingo de graça. desgraça...
desculpe-me os choramingos amargos, eu não mais rio pois fiz um mar do meu lago. salgado pelas minhas lágrimas que vão e te leva, que vêm e não te traz... meus mais belos momentos unem-se às minhas mais raras lembranças e evaporam. formam do meu doloroso oceano uma nuvem negra que se traduz em tormentos e se desmancha numa tempestade de fria água.
__
da série: Elementos.
faltam mais dois.
vagando por angústias condensadas, divagando em frases rasas, eu vou a deriva dos males. um banho derramado, sofrido, rega-se de momentos felizes. mas felicidade é tão triste quando apenas se recorda e não se vive. então me afogo em minhas lástimas murchas. ao menos elas me sedam, e não me enchem de saudades.
choro é tão somente ponta de iceberg, uma vez que lágrima, quando mágoa, é gélida. corta as pupilas e delata o verdadeiro estado físico. salinas deslizam em minha tenra face, borrando a terna farsa do sorriso que você delineou antes de ir. minha lagoa rima e se magoa, ritmo é para os corações falados nos livros, apaixonados... o meu coração é falido; as ondas afundam na minha boca o seu salivar suave, e só me resta guardar alguns mililitros do seu sabor em meus lábios como um conta-gotas de ilusões.
sofro um pouco a cada dia, no meu riacho de nada. uma ducha vazia se despeja e me joga de volta a minha vida sem um pingo de graça. desgraça...
desculpe-me os choramingos amargos, eu não mais rio pois fiz um mar do meu lago. salgado pelas minhas lágrimas que vão e te leva, que vêm e não te traz... meus mais belos momentos unem-se às minhas mais raras lembranças e evaporam. formam do meu doloroso oceano uma nuvem negra que se traduz em tormentos e se desmancha numa tempestade de fria água.
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da série: Elementos.
faltam mais dois.
terça-feira, 17 de abril de 2007
Ar.
Ar
uma eternidade se passava todos os dias. de modo que o infinito se expandia mais um pouco e as pegadas do seu riso eram apagadas por uma onda de idéias minhas que vinham e voltavam, a deriva de suposições. talvez se você tropeçasse em seus corriqueiros pensamentos, eu pudesse te segurar. quem sabe eu te assegurasse do melhor, quem sabe eu te maravilhasse e finalmente saísse da janela das incertezas.
imaginava durante horas os oras que aconteceriam. os lares vazios dos nossos olhares trocados. eu ousando contemplar com os meus castanhos desbotados a imensidão dos seus olhos azuis, acho que eles se completariam.tua mão possivelmente quente, seguraria a minha completamente trêmula. não sei se ficaria pálida, branca, ou se rubraria, vermelha. sei que você me suspiraria palavras no ouvido e todos os instantes em que te vi andando calmo em seu cotidiano, traduziriam-se em arfares e gemidos apenas. certeza que minha inspiração se esvairia com a minha sede esvairada de você.
quiçá as palavras finalmente me faltassem, e os seus lábios tirassem dos meus mudos, a vontade e o desejo. se por uma vez somente, você notasse que estou sufocada e por fim, com um beijo, devolvesse o ar.
uma eternidade se passava todos os dias. de modo que o infinito se expandia mais um pouco e as pegadas do seu riso eram apagadas por uma onda de idéias minhas que vinham e voltavam, a deriva de suposições. talvez se você tropeçasse em seus corriqueiros pensamentos, eu pudesse te segurar. quem sabe eu te assegurasse do melhor, quem sabe eu te maravilhasse e finalmente saísse da janela das incertezas.
imaginava durante horas os oras que aconteceriam. os lares vazios dos nossos olhares trocados. eu ousando contemplar com os meus castanhos desbotados a imensidão dos seus olhos azuis, acho que eles se completariam.tua mão possivelmente quente, seguraria a minha completamente trêmula. não sei se ficaria pálida, branca, ou se rubraria, vermelha. sei que você me suspiraria palavras no ouvido e todos os instantes em que te vi andando calmo em seu cotidiano, traduziriam-se em arfares e gemidos apenas. certeza que minha inspiração se esvairia com a minha sede esvairada de você.
quiçá as palavras finalmente me faltassem, e os seus lábios tirassem dos meus mudos, a vontade e o desejo. se por uma vez somente, você notasse que estou sufocada e por fim, com um beijo, devolvesse o ar.
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Madeira
agitam-se os cupins com o teu cheiro de figueira, todo o aroma está cheio. sua cara de pau incita minha cabeça oca a malícia erógenas, seduzindo-me. excita-me a perícias eróticas, conduzindo-me. os meus mais iludidos pensamentos seguem teu rastro afrodisíaco que ocupa todos os quatro ventos e o fazem quatro paredes. é lá onde te tenho por um momento. e eu aproveito todos os minutos para te engolir por completo e sugar por inteiro.pé ante pé, debruçando meu corpo sobre teu corpo, despertando calores e calafrios, meus dentes definem os traços da tua boca e mancham seu rosto com o escarlate do meu batom vermelho misturado ao sangue dos seus lábios finos. transformo-me no teu desejo, sou uma leoa na cama, sou camaleoa e não mais suporto o fato de termos simplesmente afeto.
se o que eu quero, além de você, é o seu sexo suprindo minhas idéias sem nexo e minhas fantasias. gravo palavras de amor com minhas unhas cravadas na tua pele, grifo você nas mais modestas poesias que saem dos meus dedos. grafo em teu peito a mais bela metáfora que posso aplicar-te: você é a mais completa das metonímias, cada pedaço seu, é um pecado ao todo que me remete, me mata e me mete a perigosas orgias.
entrego-me de bandeja, a você não serve. acho que meu erotismo é sem serventia. desperto da minha alucinação, meu corpo alto voa amarrado ao chão, desgrenhada, desejando de qualquer maneira, que o dia escureça e você me tire dessa revolta e devolva-me ao irreal. deixando-me com o seu boa noite, transformando meus pesadelos em noites boas, cheio de sonhos bons, através do teu cheiro madeira.
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da série: elementos.
agitam-se os cupins com o teu cheiro de figueira, todo o aroma está cheio. sua cara de pau incita minha cabeça oca a malícia erógenas, seduzindo-me. excita-me a perícias eróticas, conduzindo-me. os meus mais iludidos pensamentos seguem teu rastro afrodisíaco que ocupa todos os quatro ventos e o fazem quatro paredes. é lá onde te tenho por um momento. e eu aproveito todos os minutos para te engolir por completo e sugar por inteiro.pé ante pé, debruçando meu corpo sobre teu corpo, despertando calores e calafrios, meus dentes definem os traços da tua boca e mancham seu rosto com o escarlate do meu batom vermelho misturado ao sangue dos seus lábios finos. transformo-me no teu desejo, sou uma leoa na cama, sou camaleoa e não mais suporto o fato de termos simplesmente afeto.
se o que eu quero, além de você, é o seu sexo suprindo minhas idéias sem nexo e minhas fantasias. gravo palavras de amor com minhas unhas cravadas na tua pele, grifo você nas mais modestas poesias que saem dos meus dedos. grafo em teu peito a mais bela metáfora que posso aplicar-te: você é a mais completa das metonímias, cada pedaço seu, é um pecado ao todo que me remete, me mata e me mete a perigosas orgias.
entrego-me de bandeja, a você não serve. acho que meu erotismo é sem serventia. desperto da minha alucinação, meu corpo alto voa amarrado ao chão, desgrenhada, desejando de qualquer maneira, que o dia escureça e você me tire dessa revolta e devolva-me ao irreal. deixando-me com o seu boa noite, transformando meus pesadelos em noites boas, cheio de sonhos bons, através do teu cheiro madeira.
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da série: elementos.
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Fogo
houve uma vez que demos certo e fomos felizes. não para sempre, acho que o suficiente para esgotar todo o amor que sentíamos. eu não sabia seu nome, você me chamava docinho, para não confundir com Maria.foi um encontro e nos perdíamos em frases feitas na frente do espelho, ensaiadas como uma coreografia, eram reflexos do que sentíamos. puro ainda de primeira vista, as palavras saíam ao céu bonitas, como as de caligrafia, enquanto nos enchíamos de carinho um do outro.usamos tanto, desse abuso, que gastamos tudo. acabou. mas já estávamos nos gostando e preferimos fazer sexo ao invés de mais amor.meu corpo ardente fez um belo par ao seu charme ardiloso. seus traços retos encaixavam perfeitamente nas minhas curvas. a tua língua que não se saciava na minha, já conhecia toda a leitura labial do meu corpo e creio que seus dedos aprendiam braile pelo meu seio. roxo me caiu bem, principalmente entre as pernas e no pescoço que se elevava enquanto era levada ao teu gosto bom de vida.teu olhar de quem trai, era traduzido para um que me atrai. e eu derramava creme em mim para cobrir o crime que você em seu anseio, provou. as marcas que você deixava, de leite, cobriam os delitos e os deleites do calor que saía em forma de chama e transbordava, derramava pela cama e fazia as pétalas das rosas se abrocharem envergonhadas.você foi atencioso, tranqüilo, tinha a manha de um homem a sanha de um menino. o seu ardor, rimava ao meu sabor picante. dor não existia em nosso idioma. temperos fortes não faltavam ao teu charme. nossos gemidos eram um só, e mesmo assim respirávamos separados.incenso e velas iluminavam e enterneciam. você ligeiro em suas atitudes, perfeito em suas longitudes, de repente levantou. beijou-me. deixou-me dizendo agora estar completo. e tudo se apagou, deserto. menos o meu fogo.
[da série: elementos]
houve uma vez que demos certo e fomos felizes. não para sempre, acho que o suficiente para esgotar todo o amor que sentíamos. eu não sabia seu nome, você me chamava docinho, para não confundir com Maria.foi um encontro e nos perdíamos em frases feitas na frente do espelho, ensaiadas como uma coreografia, eram reflexos do que sentíamos. puro ainda de primeira vista, as palavras saíam ao céu bonitas, como as de caligrafia, enquanto nos enchíamos de carinho um do outro.usamos tanto, desse abuso, que gastamos tudo. acabou. mas já estávamos nos gostando e preferimos fazer sexo ao invés de mais amor.meu corpo ardente fez um belo par ao seu charme ardiloso. seus traços retos encaixavam perfeitamente nas minhas curvas. a tua língua que não se saciava na minha, já conhecia toda a leitura labial do meu corpo e creio que seus dedos aprendiam braile pelo meu seio. roxo me caiu bem, principalmente entre as pernas e no pescoço que se elevava enquanto era levada ao teu gosto bom de vida.teu olhar de quem trai, era traduzido para um que me atrai. e eu derramava creme em mim para cobrir o crime que você em seu anseio, provou. as marcas que você deixava, de leite, cobriam os delitos e os deleites do calor que saía em forma de chama e transbordava, derramava pela cama e fazia as pétalas das rosas se abrocharem envergonhadas.você foi atencioso, tranqüilo, tinha a manha de um homem a sanha de um menino. o seu ardor, rimava ao meu sabor picante. dor não existia em nosso idioma. temperos fortes não faltavam ao teu charme. nossos gemidos eram um só, e mesmo assim respirávamos separados.incenso e velas iluminavam e enterneciam. você ligeiro em suas atitudes, perfeito em suas longitudes, de repente levantou. beijou-me. deixou-me dizendo agora estar completo. e tudo se apagou, deserto. menos o meu fogo.
[da série: elementos]
terça-feira, 10 de abril de 2007
me conheça.
Sei que deveria escrever coisas bonitas ou botar alguns dos meus textos mais reecntes, que estarão no meu livro, mas acho melhor começar com algo que me soe mais concreto, do que apenas palavras estranhamente bonitas colocadas em ordem pra parecer que alguma mensagem realmente queira ser transmitida.
borderline : se caracteriza por dificuldades em estabelecer relacionamentos sociais duradouros, mudanças de ânimo súbitas e extremas, e instabilidade de auto-imagem (inclusive identidade sexual).
Critérios diagnósticos para se descobrir o Transtorno da Personalidade Borderline:
esforços frenéticos para evitar um abandono real ou imaginado. Nota: Não incluir comportamento suicida ou automutilante, coberto no Critério 5[617]
um padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos, caracterizado pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização
perturbação da identidade: instabilidade acentuada e resistente da auto-imagem ou do sentimento de self
impulsividade em pelo menos duas áreas potencialmente prejudiciais à própria pessoa (por ex., gastos financeiros, sexo, abuso de substâncias, direção imprudente, comer compulsivamente).
recorrência de comportamento, gestos ou ameaças suicidas ou de comportamento automutilante
instabilidade afetiva devido a uma acentuada reatividade do humor (por ex., episódios de intensa disforia, irritabilidade ou ansiedade geralmente durando algumas horas e apenas raramente mais de alguns dias)
sentimentos crônicos de vazio
raiva inadequada e intensa ou dificuldade em controlar a raiva (por ex., demonstrações freqüentes de irritação, raiva constante, lutas corporais recorrentes)
ideação paranóide transitória e relacionada ao estresse ou severos sintomas dissociativos
e
ainda
1. - A adaptação social: aparentemente sem dificuldades;2. - Impulsos e ações: atitudes impulsivas, drogadição, álcool, auto-agressão, promiscuidade, bulimia;3. - Afetividade: depressão, raiva, ansiedade e desespero;4. - Eventuais surtos psicóticos: normalmente breves, reativos e pouco severos;5. - Relações interpessoais: não suportam a solidão e o abandono, necessitam do outro em tempo integral, a todo o momento, são francamente dependentes, masoquistas e manipuladores.
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na proxima tem texto.
borderline : se caracteriza por dificuldades em estabelecer relacionamentos sociais duradouros, mudanças de ânimo súbitas e extremas, e instabilidade de auto-imagem (inclusive identidade sexual).
Critérios diagnósticos para se descobrir o Transtorno da Personalidade Borderline:
esforços frenéticos para evitar um abandono real ou imaginado. Nota: Não incluir comportamento suicida ou automutilante, coberto no Critério 5[617]
um padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos, caracterizado pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização
perturbação da identidade: instabilidade acentuada e resistente da auto-imagem ou do sentimento de self
impulsividade em pelo menos duas áreas potencialmente prejudiciais à própria pessoa (por ex., gastos financeiros, sexo, abuso de substâncias, direção imprudente, comer compulsivamente).
recorrência de comportamento, gestos ou ameaças suicidas ou de comportamento automutilante
instabilidade afetiva devido a uma acentuada reatividade do humor (por ex., episódios de intensa disforia, irritabilidade ou ansiedade geralmente durando algumas horas e apenas raramente mais de alguns dias)
sentimentos crônicos de vazio
raiva inadequada e intensa ou dificuldade em controlar a raiva (por ex., demonstrações freqüentes de irritação, raiva constante, lutas corporais recorrentes)
ideação paranóide transitória e relacionada ao estresse ou severos sintomas dissociativos
e
ainda
1. - A adaptação social: aparentemente sem dificuldades;2. - Impulsos e ações: atitudes impulsivas, drogadição, álcool, auto-agressão, promiscuidade, bulimia;3. - Afetividade: depressão, raiva, ansiedade e desespero;4. - Eventuais surtos psicóticos: normalmente breves, reativos e pouco severos;5. - Relações interpessoais: não suportam a solidão e o abandono, necessitam do outro em tempo integral, a todo o momento, são francamente dependentes, masoquistas e manipuladores.
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na proxima tem texto.
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